Apresenta

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Trio Rebuliço Interpretando João Pernambuco na Estreia do Projeto 10 + 10

Projeto tem apoio cultural do Instituto Ling e Agraz, patrocínio de Pé de Apoio Produtos para Saúde, curadoria e produção da Branco Produções e financiamento Pró Cultura RS, Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

10+10 vai mostrar a obra de dez compositores brasileiros  interpretados por dez grupos ou artistas, em shows montados especialmente para o palco do Instituto Ling.  Serão cinco shows no ano de 2022 e cinco no próximo ano, todos com entrada franca.  João Pernambuco, Radamés Gnattali, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e Egberto Gismonti são os cinco primeiros compositores apresentados. Em   2023, serão apresentadas obras de Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Pixinguinha, Tom Jobim e Hermeto Pascoal.

O TRIO REBULIÇO reune três referências gaúchas do violão, representantes de diferentes gêneros musicais: Mathias 7 Cordas e o choro brasileiro, Neuro Júnior e o violão nativista e Thiago Colombo com o violão erudito. Eles estiveram juntos no show Violões do Sul, que, em 2020, apresentou no palco do Instituto Ling obras de  Radamés Gnattali, João Pernambuco, Meira, Lucio Yanel e Octávio Dutra.

Agora se juntam novamente para apresentar a obra do violonista e compositor JOÃO PERNAMBUCO, o primeiro homenageado da série 10+10, que vai mostrar a obra de dez compositores brasileiros, abrangendo da segunda década do Século XX a segunda década do Século XXI, retratando 100 anos da música popular brasileira.

MATHIAS 7 CORDAS – Compositor e violonista Porto-Alegrense licenciado em música pelo Instituto Porto-Alegre, coordenador da Oficina de choro de Porto Alegre. No ano de 2017 lançou seu disco de estreia chamado “Falso Folião” e disco “Valentia” da cantora Nani Medeiros ambos com composições próprias. Neste mesmo ano participou do festival Internacional de Choro em NY/EUA. Em 2018 participou do Festival Latin Flute – em Toronto/Canadá, Festival Pepsi Twist Land, fez a direção musical do longa metragem “Plauto, um sopro musical” sobre a vida do flautista Plauto Cruz e gravou o disco de estreia do Sexteto Gaúcho: “Bicho Solto”. Em 2019 criou a OCPA – Orquestra de choro de Porto Alegre realizando o concerto Baile Brasileiro junto ao maestro Nailor Proveta. Curador do projeto Unimúsica 2019 com a edição samba-choro. Em 2020 realizou aula na universidade Oxford/Inglaterra com foco na composição de choro e foi jurado no festival Moenda da Canção (RS). Prêmio Açorianos 2020 de melhor produtor musical. Entre outras produções estão: Palestra na inauguração da Casa do Choro/RJ (2013), Show “Na Onda do Choro” com Luiz Carlos Borges, Show “Discutindo a relação: com Ayres Potthof e Luiz Augusto Fischer, Direção musical nos musicais “Lupi, o musical”(2014) e “Estação Brasil”(2015), Coordenador da Oficina de Choro no festival internacional SESC de música (2018, 2019, 2020). Como acompanhador esteve ao lado de artistas como Ângela Maria, Luciana Rabello, Jorginho do Pandeiro, Pedro Miranda, João de Almeida Neto, Roberta Sá, Nina Wirtti, Grazie Wirtti, Luis Barcelos, Ronaldo do Bandolim.

Neuro Jr – Nascido em Encruzilhada do Sul, Neuro Júnior é um jovem compositor da música instrumental gaúcha: violonista preciso e de personalidade, começou seus estudos aos 8 anos por influência da música das Missões. Em 2014, Neuro foi indicado à categoria melhor instrumentista do Prêmio Açorianos de Música pelo disco Sobre Nós de Gabriel Romano e, em 2018 recebeu o prêmio de melhor instrumentista da Moenda da Canção, defendendo Abandonada, uma parceria sua com a cantora Paola Kirst – Prêmio Revelação do Açorianos da Música em 2019. A canção também ganhou o prêmio de terceiro lugar do festival. Em 2020, sua composição “Passagem” ganhou o prêmio de terceiro lugar da Moenda da Canção. Hoje, aos 29 anos, Neuro participou de discos de diferentes estilos musicais como: Sobre Nós (2013) e Doce é a Passagem(2016), de Gabriel Romano e Grupo, Costuras que me bordam marcas na pele (2018), de Paola Kirst; Jaguaretês (2018), de Luiz Carlos Borges; Asè de Fala (2018), de Dona Conceição; Linhas de Tempo (2019), de Pedro Borghetti;  Brí (2019) de Fabrício Gambogi; Tresavento (2020), de Marcelo Delacroix e do ainda não lançado Não se cala (grupo Três Marias). Integrante do quarteto de Luiz Carlos Borges, Neuro acompanha o acordeonista Renato Borghetti e l integra o Quarteto Pulso Livre, tendo participado de diversos festivais de Chamamé na Argentina e ainda faz parte do coletivo de artistas da Pedra Redonda.

Thiago Colombo – Músico e professor do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas. É Bacharel e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor pela Universidade Federal da Bahia. Seus principais professores de violão foram: Ivan Montanha, Eduardo Isaac e Daniel Wolff. Entre 1998 e 2005, foi premiado em concursos no Brasil, Argentina, Portugal e Espanha. Nos últimos anos, tem trabalhado como concertista, professor e palestrante em vários festivais de música de todo o Brasil, além de Argentina, Uruguai, Peru, Portugal, França, Holanda, Alemanha, Inglaterra, Itália e Rússia, promovidos por instituições como a Orquestra Sinfônica da Udmurtia, Maison do Brésil, EmiolaMusic Potenza, Comune di Sermoneta, Chitarra a Piacenza, Munganga Teatre, Bath Spa University, Ikletika, Universidad de Montevideo, Universidad Autónoma de Entre Rios, Universidad Nacional del Litoral, Universidad Nacional de Rosário, UFRGS, UFSM, UDESC, UFMA, UFS, UFBa, UFES, UFU, UFRJ, Associação Pró-Música de Uberlândia, Escola de música de Teresina, SESC, SESI, Instituto Cultural Peruano- Norteamericano, Centro Cultural Banco do Brasil, Santander Cultural, Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro, Orquestra de Câmara da ULBRA, Orquestra Sesi-Fundarte, Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul, entre outros. Em 2003 lançou seu primeiro CD solo, intitulado “Sonata”, através do Fumproarte. Este disco recebeu três prêmios “Açorianos” de música. Em 2006, também sob os auspícios do Fumproarte, lançou o CD “Reminiscências”. Integrou o “TREZEGRAUS”, grupo de música instrumental brasileira que lançou seu álbum homônimo em 2009. Em 2017 está lançando seu novo álbum Latin Guitar Connections (TRL Records- UK), gravado na Bath Spa University, em Bath (Inglaterra).

JOÃO PERNAMBUCO – João Teixeira Guimarães nasceu em Tacaratu/PE, em 1883. Começou a tocar viola na infância e, depois, violão, que aprendeu com cantadores sertanejos. Mudou-se, aos 19 anos, para o Rio de Janeiro, onde travou contato com violonistas populares. Cinco anos depois, era considerado um dos bambas da época, dentro do universo do choro que estava se consolidando nesta época. Inicialmente, compunha músicas de inspiração nordestina, baseadas em cantigas folclóricas, como Luar do Sertão, que nunca lhe foi creditada. Compôs mais de cem músicas, entre choros, jongos, maxixes, valsas, cocos, emboladas, prelúdios e estudos. Participou dos Turunas Pernambucanos e dos Oito Batutas, entre 1919 e 1922, grupo que, liderado por Pixinguinha, viria a alcançar grande sucesso na Europa. Organizava concorridas rodas de choro, onde estavam presentes Donga, Pixinguinha, Rogério Guimarães, Patrício Teixeira, o jovem Dilermando Reis e, eventualmente, Villa Lobos. João compôs clássicos do violão e da música brasileira, como Sons de Carrilhões, Dengoso, Graúna, Interrogando, Pó de Mico, Rebuliço, Dengoso, entre outras obras. Villa Lobos dizia sobre João que “Bach não se envergonharia em assinar  os estudos de João Pernambuco como seus”, enquanto o violonista e professor Mauricio Carrilho diz que “Dificilmente se encontra um violonista brasileiro, seja ele músico erudito ou popular, que não tenha em seu repertório alguma música do João”. João morreu em 1947, no Rio de Janeiro.

O TRIO REBULIÇO interpreta, neste show dedicado inteiramente a obra de João Pernambuco, músicas como Graúna, Sons de Carrinhoes, Rebulico, Sons de magia e Luar do sertão.

 

PRÓXIMOS ESPETÁCULOS

18 – Agosto – Olinda Allessandrini Interpreta Radamés Gnattali
08 – Setembro – Aquiles Moraes Interpreta Jacob do Bandolim
13 outubro – Daniel Murray Interpreta Egberto Gismonti
10 de novembro – Elias Barbosa Interpreta Waldir Azevedo

Instituto Ling
Quando? Ingressos:
7 de julho/20h

Entrada franca.

* Senhas devem ser retiradas a partir
de duas horas antes, na recepção do Instituto Ling.

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