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Grupo Corpo – GIL

Compre o seu ingresso pela tele-entrega 3231.4142,  www.blueticket.com.br 
ou na loja Made in Brazil, do Barra Shopping.

Já aconteceu!

Turnê brasileira 2019 do Grupo Corpo apresenta a inédita GIL, com música especialmente composta por Gilberto Gil. Na dobradinha, Sete ou Oito Peças para um Ballet (1994), trilha de Philip Glass/Uakti.
Dias 2 e 3 de novembro no Teatro do Sesi.

 

Ministério da Cidadania, Petrobras e Governo de Minas Gerais apresentam: GIL

Como em todas as criações do coreógrafo Rodrigo Pederneiras, os movimentos do novo balé, GIL, nasceram da música. Mas a trilha engendrada por Gilberto Gil para o novo espetáculo do Grupo Corpo, a convite do diretor artístico Paulo Pederneiras, chegou trazendo um paradoxal desafio ao coreógrafo: ali estavam, juntos e indissociáveis, o conhecido e amado Gilberto Gil… e um compositor inteiramente novo. “Era um Gil que eu não conhecia e, ao mesmo tempo, o Gil de quem sou tiete desde que ouvi sua música pela primeira vez”, diz Rodrigo. A solução do paradoxo – fenomenal síntese – subiu à cena em 7 de agosto, estreia nacional do novo espetáculo no Teatro Alfa, em São Paulo, seguindo para Belo Horizonte, Rio de Janeiro e finalmente chega à Porto Alegre para uma curta temporada no Teatro do SESI

A fagulha inicial para erguer a coreografia veio de fora da música – um gesto inicial, buscado no candomblé. “Gil é filho de Xangô e usei como ponto de partida o movimento associado à presença do orixá: uma das mãos do bailarino bate no peito e a outra, nas costas”, conta o coreógrafo. “E assim o balé começou a se construir”.

A “riquíssima trilha”, nas palavras de Rodrigo, se traduziu nos duos, trios e conjuntos que se alinham e desarmam, nos uníssonos e contrapontos gestuais, peças sempre renovadas do vocabulário marcante do coreógrafo. Mas GIL não tem o clássico momento do pas-de-deux, “A trilha não traz o tradicional adágio, a parte mais lenta da música, onde frequentemente está o pas-de-deux“. Curiosamente, a única criação de Rodrigo que também não tem o clássico dueto é Sete ou Oito peças para um Ballet, o programa complementar.

As muitas singularidades de GIL, a bem da verdade, já haviam começado na proposta de Paulo Pederneiras ao compositor.  “Gil sempre esteve no nosso radar”, diz o diretor artístico. “Na primeira conversa, já me veio a ideia de sugerir que a coreografia se chamasse GIL. Normalmente o músico tem liberdade total – e agora não foi diferente – mas a sugestão que se debruçasse sobre a própria obra se consolidou naquele momento. E GIL se inscreve, então, entre os compositores que dão nome a coreografias do Grupo Corpo – já tínhamos feito essa homenagem a Bach, Nazareth e Lecuona“.

A música

“Recebi o convite do Grupo Corpo com alegria mas também com certa preocupação na medida em que a ideia era a de denominar a peça GIL, concentrar a criação no trabalho, que tem muitas influências baianas, do samba, da música pop em geral” conta o compositor, que enxerga no arco da trilha de 40 minutos quatro temáticas, ou ambientes musicais – a de um choro instrumental; uma abordagem camerística (com inspiração “em Brahms ou Satie”, aponta ele); um terceiro momento de liberdade improvisadora e, finalmente, uma construção abstrata baseada em figuras geométricas. “Círculo, triângulo, retângulo, pentágono, a volta ao círculo e finalmente a dissolução numa linha reta”, explica Gilberto Gil. 

Assim, a trilha de GIL também foge do habitual encaminhamento para o fim: “em vez de um ápice, temos quase um fade out, um ralentando”, descreve Rodrigo. O fechamento da trilha traz ainda um poema concreto recitado por Gil, onde as cinco letras de CORPO se desdobram em CRAVO, CEDRO, FLORA, PALCO, PERNA, BRAÇO, PEDRA.

Pontuam os 40 minutos da trilha frases de canções de Gilberto Gil –  retrabalhadas, mas perfeitamente reconhecíveis nas suas variações. Ali estão fragmentos de Aquele Abraço, Realce, Tempo Rei, Andar com Fé, Toda Menina Baiana, Sítio do Picapau Amarelo, Raça Humana. Nos arranjos, se alternam os tambores ancestrais e as distorções do aparato eletrônico; o afoxé e o naipe de sopros de pegada jazzística; a modinha e o berimbau. As citações bailam entre si, entrecruzando-se e dialogando enquanto o arco da trilha avança. “Com a divisão em quatro segmentos, atendemos à alternância entre movimentos mais densos, mais rítmicos, e momentos mais suaves, mais baladísticos. Ouvindo o resultado final, percebo que há muitos elementos da minha dimensão rítmica mesmo, elementos da Bahia, da música afro-baiana”, conclui o compositor.

PROGRAMA –

Sete ou Oito Peças para um Ballet [1994]
Coreografia Rodrigo Pederneiras • Música Philip Glass e Uakti
Cenografia Fernando Velloso • Figurino Freusa Zechmeister
Iluminação Paulo Pederneiras
Duração: 40 minutos

Intervalo [20 minutos]

GIL [estreia]
Coreografia Rodrigo Pederneiras • Música Gilberto Gil
Cenografia Paulo Pederneiras • Figurino Freusa Zechmeister
Iluminação Paulo Pederneiras e Gabriel Pederneiras
Duração: 40 minutos

// Lei de Incentivo à Cultura

Patrocínio: PETROBRAS, ITAÚ, CEMIG e GOVERNO DE MINAS GERAIS

 

Ingressos:
Pela tele-entrega – 3231.4142, no site blueticket.com.br  ou na
loja Made in Brazil, do Barra Shopping.

 

Teatro do SESI
Quando? Ingressos:
2/3 de novembro/21h

P baixa R$130
P. alta: R$100
Mezzanino: R$90

Antecipados:
Na loja Made in Brazil, do Barra Shopping,
blueticket.com.br
ou tele-entrega – 3231.4142

+ na bilheteria do Teatro
nos dias de apresentação.

* descontos previstos em lei

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