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Aproveitando nota publicada no Segundo Caderno – ZH, segue um pouco mais sobre o Guinga.
Que faz show no Santander Cultural no último final de semana de maio.

Um dos mais destacados compositores e instrumentistas da música popular brasileira é atração do projeto Ouvindo Música da unidade de cultura do Santander em Porto Alegre. ´

Guinga é carioca da zona norte do Rio de Janeiro, especialmente do bairro de Madureira, onde nasceu em 1950. Foi aluno de violão clássico de Jodacil Damasceno, e aos 16 anos, começou a compor. Trabalhou profissionalmente como violonista, acompanhando artistas como Clara Nunes, Beth Carvalho, Alaíde Costa, Cartola e João Nogueira.

Com várias de suas músicas gravadas por músicos como Elis Regina, Michel Legrand, Sérgio Mendes, Leila Pinheiro, Chico Buarque, Clara Nunes, Ivan Lins, Guinga é um artista que coleciona elogios da crítica especializada. Parcerias com Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc, Chico Buarque, Nei Lopes, Sérgio Natureza, Nelson Motta, Simone Guimarães, Francisco Bosco, Mauro Aguiar e Luís Felipe Gama estão traduzidas em diversos trabalhos ao longo de sua carreira.

Em 2002, o artista carioca teve biografia escrita pelo jornalista Mário Marques (Guinga, os mais belos acordes do subúrbio, Ed. Gryphus). Em 2003 teve lançado seu songbook (A música de Guinga, Ed. Gryphus). Seu disco Rasgando Seda, em parceria com o Quinteto Villa-Lobos, lançado pelo Selo SESC-SP em 2012, foi indicado ao Grammy na categoria Melhor Disco Instrumental do Ano-2012.

Confira no dia 27, sábado às 17h, o Átrio do Santander Cultural.

 

Saiba mais sobre o Guinga em www.guinga.com.

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E Foram Quase Felizes Para Sempre é primeira comédia solo escrita e encenada pela atriz Heloisa Périssé. O espetáculo se passa na noite de autógrafos da escritora Letícia Amado. Ela viajou um ano e meio, atrás dos melhores resorts, melhores praias e hotéis para que as pessoas pudessem viajar com seus amores e curtir uma lua de mel inesquecível. Só que durante o período da procura, por conta, de suas diversas viagens, ela se separa do marido, e no dia da sua tão esperada noite de autógrafos, quandp ela finalmente está lançando seu livro, CANTINHO PRA DOIS, vê o ex marido beijando uma nova namorada.

E agora? Casa cheia, o livro prometendo ser um sucesso retumbante e Lelê na pista de novo! Ela não vai nem poder usar o próprio livro que escreveu. Vai para os “cantinho pra dois” com quem? Mas durante a peça, ela confessa que sempre teve um relacionamento muito conturbado com Paulo Vitor. E nessa peça “desabafo”, onde ela vai contar suas desventuras, tenho certeza que muita gente vai acabar se identificando. Bom, a identificação pode ser para algumas pessoas, mas a diversão vai ser geral.

Essa não é a primeira vez que a atriz se aventura a escrever e, desta vez ela fala sobre relacionamentos, trabalho, problemas que estão presentes na vida de todas as pessoas, colocando em questão a instituição do casamento. Tudo isso, é claro, com um olhar bem humorado e contemporâneo. Seu texto gera uma identificação imediata em todos os casais, sejam eles bem ou mal sucedidos. Essa é uma questão que, pelo menos em algum momento da vida, atinge a todos, independente de cor, raça ou classe social.

Neste projeto podemos acompanhar o amadurecimento de uma atriz, que é capaz de produzir um texto teatral, transportando para o palco histórias que podem ser de muitas mulheres e de muitos relacionamentos. Entender os nossos relacionamentos é perceber um pouco de nós mesmos, de como nós somos e como nos comportamos, sozinhos e em dupla. Além disso, o humor, que permeia o texto, torna todos os assuntos mais prazerosos e é capaz de atingir mais pessoas de forma mais eficaz. Esta é a primeira vez que Heloisa Périssé se aventura num monólogo, e faz isso com o amadurecimento que obteve como atriz, depois de 10 anos em cartaz com a peça Cócegas.

SOBRE TEMPORADAS DO ESPETÁCULO:

O espetáculo estreou no Teatro Vannucci, Shopping da Gávea, Rio de Janeiro, no dia 05 de julho de 2013, e ficou em cartaz até o final de dezembro. Em abril de 2014 esteve em muitas cidades do país. Em março de 2015 estreou na capital paulista e foi sucesso absoluto de publico e crítica. Em julho reestreou com 200 apresentações no Rio de Janeiro, e de setembro de 2015 a Maio de 2016 viajou por outras cidades e capitais, retornado agora em maio de 2017 para mais viagens!

 

Autor – Heloisa Périssé
Direção – Susana Garcia
Cenário – Miguel Pinto Guimarães
Figurino – Reka Koves
Iluminação – Maneco Quinderé
Trilha musical – Alexandre Elias
Diretor de Palco – Alvaro Donatti
Operador de Luz – Ge Barbosa
Operador de Som – Glaucia Maria
Produção e Administração – Filomena Mancuzo
Realização – HP Produções Artísticas Ltda
Coordenação Local – Branco Produções

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mar

A Oficina de Choro Santander Cultural continua suas atividades em 2017.

Nos encontros semanais, que acontecem há 11 anos, é feito um resgate que ilustra as origens e o desenvolvimento do choro, a primeira manifestação musical genuinamente brasileira

Neste ano, a oficina ampliou sua equipe de professores, aumentando a capacidade de alunos e trazendo novas áreas abordadas como aulas de criação e improviso.  Na formação da nova equipe músicos destacados no estado, como Samuca do Acordeon, Elias Barboza, Guilherme Sanches , Lucian Krolow, Alexandre Susin  e  Mônica Kern na produção executiva e comunicação, se unem com o objetivo de proporcionar educação musical através da linguagem choro, incentivando a postura criativa e a formação de multiplicadores. Foram mais de 300 inscrições, um grande sucesso nesta nova fase de um dos projetos mais longevos e importantes no ensino da música brasileira.

 

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Quinta dia 16 de Março – 20h

Grupo argentino formado em Buenos Aires, em 2007, com um repertório instrumental formado integralmente por composições próprias, com um enfoque livre, pessoal e atual sobre a música popular argentina. O grupo realizou giras pelo interior da Argentina, Uruguai, Brasil, França e Holanda, tendo participado de festivais tais como na sétima edição do Encuentro Internacional de Músicos Jazz a la Calle, em Mercedes – Uruguai, no Festival Internacional Jazz de Buenos Aires e no Festival Mundial de Tango, também em Buenos Aires.

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Instrumentista é autor de clássicos como Sá Marina, BR3, Juliana e Teletema
Participação: Lula Galvão (violão e guitarra)
Antonio Adolfo lançou o primeiro disco independente da música brasileira Feito em Casa, em 1977.

Pianista, arranjador, produtor e educador Antonio Adolfo cresceu em uma família musical no Rio de Janeiro (sua mãe era violinista da Orquestra Municipal do Rio de Janeiro), e começou seus estudos de violino aos sete anos. Mais tarde passou para o piano. Aos dezessete anos já era músico profissional. Seus professores foram Amyrton Vallim, Werther Politano, Vilma Graça, Heitor Alimonda, Esther Scliar, Guerra-Peixe, Eumir Deodato, David Baker (EUA) e Nadia Boulanger (Paris).
Durante a década de 60, a partir de sua estreia com Carlos Lyra (Pobre menina rica), no Teatro de Bolso e com Leny Andrade, no Beco das garrafas, atuou com  seu próprio trio, 3-D, e participou de diversos shows de Bossa Nova e Jazz no Brasil, excursionou com diversos cantores e cantoras, dentre os quais Leny Andrade, Carlos Lyra, Flora Purim, Wilson Simonal, Elis Regina e Milton Nascimento.

Adolfo compôs músicas como Sá Marina, Teletema, Juliana e BR 3 que conquistaram grande sucesso e foram gravadas por diversos artistas brasileiros tais como Elis Regina, Wilson Simonal, Maysa, Emilio Santiago e artistas internacionais como Sergio Mendes, Stevie Wonder, Herb Alpert, Earl Klugh, Dionne Warwick e outros. Foi vencedor, juntamente com seu parceiro Tiberio Gaspar, do Festival Internacional da Canção (Rio – Brasil e Atenas – Grécia), em 1970.

Como músico, arranjador e produtor musical gravou com alguns dos nomes brasileiros mais representativos, além de ter lançado mais de 25 álbuns sob o seu nome. Criou o Trio 3D (em 1963) e seu conjunto Brazuca (em 1969) e continua carreira solo como um dos pioneiros na auto produção, com seu disco “Feito em casa”, lançado em 1977, que inaugurou o movimento da música independente no Brasil. Recebeu por duas vezes o Prêmio Sharp de Música Brasileira.

Seus mais recentes trabalhos têm sido lançados simultaneamente no Brasil e no Exterior, Seu CD de 2010, “Lá e Cá / Here and There”, segue os passos do lançamento de 2007 Antonio Adolfo e Carol Saboya “AoVivo / Live”. Em 2011 foi lançado seu CD “Chora Baião”, que recebeu varios prêmios no Exterior.

Recentemente lançou o CD “Finas Misturas” que foi aclamado com ótimas críticas e execução em estações de rádio de Jazz de vários países. Seus lançamentos recentes incluem o CD “Rio, Choro, Jazz …”, que é também uma homenagem a Ernesto Nazareth, assim como um albúm de piano solo “O Piano de Antonio Adolfo”. Ambos foram nomeados para o Grammy Latino de 2014.

Em 2014, um CD gravado em Nova York e Rio, com a cantora Carol Saboya e harmonicista e vibrafonista Hendrik Meurkens, “Copa Village”. Em 2015 lançou o CD “Tema” e em 2016, “Tropical Infinito”, ambos finalistas no Latin Grammy Awards.
Como educador, tem sido pioneiro no ensino da música popular, especialmente a música brasileira, em todo o mundo, tendo lançado sete livros no Brasil e dois no Exterior. Em 1985 criou sua própria escola no Rio, o Centro Musical Antonio Adolfo, que acaba de completar 30 anos de existência, hoje com mais de 1.300 alunos.

Adolfo recebeu diversos prêmios em sua carreira, como segundo lugar no Festival Internacional da Canção (1969), primeiro lugar no Festival Internacional da Canção (1970), segundo lugar na Olimpíada da Canção (Atenas, Grécia, 1970), Prêmio Sharp (1996 e 1998), Brazilian International Press Award (2007, 2013, 2014) e Latin Jazz Corner (2011), entre inúmeros outros.

Lula Galvão violonista, guitarrista e arranjador brasileiro nascido em Brasília em 1962. Já tocou com nomes como Caetano Veloso, João Donato, Guinga, Edu Lobo, Nana Caymmi, Rosa Passos, Leila Pinheiro, Gal Costa, Paquito D’Rivera, Ivan Lins, Joyce, Jaques Morelenbaum, Kenny Barron, Ron Carter, Henri Salvador, Sadao Watanabe.

Em 1997, gravou com Rosa Passos o CD “Rosa Passos & Lula Galvão”, produzido por Almir Chediak apenas com músicas de Ary Barroso. Em 2009 gravou o CD “Bossa da Minha Terra”, com participações de Maurício Einhorn, Raul de Souza, Claudio Roditti e Rosa Passos.

Em 2016 gravou, na Alemanha, seu primeiro CD de violão solo “Alegria de Viver”,  com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2017

 

f o t o  r o d r i g o  l o p e s

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